Dança

Aulas de Dança do Ventre/ Tribal
No Espaço Prana Yoga em Jurerê
Todas as 2as a partir das 19:30 até 21h

Para mulheres de todas as idades!






Pesquisa La Que Sabe 
Dança Tribal e Butoh
Guarda do Embaú

Link dança em vídeo -CLIQUE AQUI






Workshop " Teatro para bailarinas - sensibilidade e dramaticidade" ministrado por Adriane Lopes

II Encontro Perséfone
Jacareí/São Paulo
Criado pela Bailarina e Professora de Dança Tribal Fusion Mariana Maia






Dança Dentro do Ventre


Apresentação no evento da Escola Samadhy Dance
Butantã/ São Paulo, 2012











Tudo em mim nasce da Dança

Desde os 3 anos de idade comecei a dançar.
Na verdade imagino que fiz um pacto antes de vir para Terra para ir para dança o mais rápido possível , Meu Deus!
Nasci com os dois pés virados para dentro. O que obrigou os meus pais a pensarem a respeito de uma cirurgia desde a base do fêmur bem na época em que eu já estava quase correndo pela casa, pois comecei a andar com 9 meses. Ou melhor, um dia para 10 meses, como diz minha mãe.
Com um aninho, no conflito de fazer ou não a cirurgia, eis que um vizinho, médico e ortopedista, me observando brincar na pracinha de areia do prédio, comenta com minha mãe se eu já havia ido a um médico.
Obviamente minha mãe contou toda a saga e ele serenamente aconselhou-a: é simples, coloque-a no balé clássico.
Foi assim que se iniciou minha vida na dança, porém a poesia acabou exatamente neste momento, pois eu odiava fazer ballet clássico. Chorava para ir às aulas, morria de dor nos alongamentos ( que eram 90% do horário da aula) e só me divertia nas coreografias para  apresentações - acho que por que finalmente dançávamos! E claro, iríamos nos apresentar!

Fiz 5 anos de ballet. Fui: vaga-lume, Milho, Couve-flor, enfim. Quando ia passar para a ponta com 8 anos, parei. Quer dizer, fui em busca do que eu realmente me identificava.
Fiz ginástica Olympica, squash, natação, até encontrar duas coisas que me apaixonaram, aos 14 anos: Capoeira e Dança do Ventre, mais tarde a Dança Tribal. (Me apresentei profissionalmente em diversos lugares em Porto Alegre como a Casa de Cultura Mário Quintana, o Restaurante Al Nur, o Variettá Bistrô, e outros).  
Aos 18, no Rio de Janeiro, entrei em contato com o circo, onde pratiquei tecido por um ano, dança afro e entrei para o teatro, desenvolvendo e pesquisando a arte do fazer teatral que unia a palavra, a poesia, a música, a dança e todas as artes, se assim desejar.
Me apaixonei perdidamente pelo teatro e por sua paixão pelo ser-humano.
Aos 20, depois de ter cursado o curso de Formação de Atores do Grupo Ói Nóis Aqui Traveis, em Porto Alegre, descobri o SwáSthya Yôga, no qual logo comecei a desenvolver a formação como instrutora de yôga, ao mesmo tempo em que cursava a Universidade Estadual do RS em Artes Cênicas: bacharel e licenciatura.
Em 2007, aos 23 anos, resolvi prestar a EAD Escola de Arte Dramática da USP porém não passei. A frustração me deu forças pra tomar algumas decisões:  trabalhar de garçonete em Garopaba no restaurante HASHI por 3 meses, juntar um grana e ir para São Paulo assim mesmo. Comecei trabalhando como assistente de fotógrafa do Zé Rubens. Mais tarde comecei a fazer testes e trabalhos de publicidade o que ajudaram e me manter minimamente na cidade.
Neste mesmo ano, entrei, em junho, no CPT de Antunes Filho e ao final do ano, prestei novamente a EAD e entrei.

Cursei um ano da Escola e tranquei ( por diversos motivos). Concluí o curso de formação de Instrutor de SwáSthya Yôga que havia deixado inacabado em Porto Alegre e comecei a dar aulas. Voltei para a Escola e fiz mais um ano e meio. 
Atualmente tranquei ( pelos mesmos motivos) e estou desenvolvendo meus projetos pessoais. Entrei em contato com a pesquisa de teatro documentário, com o Grupo Teatro Documentário, com o Marcelo Soler. Estou desenvolvendo uma pesquisa com Butoh no Balagan com a atriz Ana Chiesa e colocando no mundo minhas verdadeiras paixões: a DANÇA, a POESIA, os POETAS e grandes ESCRITORES como atualmente estamos apresentando o projeto " A vida como ela era...?" inspirado nos contos do Nelson Rodrigues e também " A Poesia da Palavra".

Atualmente estou pesquisando em relação à dança, um trabalho de mitologia pessoal, a gênese a partir do meu olhar feminino, o projeto chama-se " La que Sabe ( Aquela que sabe)" esta pesquisa consiste em trazer para a dança a fusão de movimentos e mudrás do yôga, a capoeira, a dança afro, junto com a dança do ventre, a dança indiana, flamenca, tribal e a dança contemporânea. Conferir o link abaixo:

http://www.youtube.com/watch?v=pYbdbJHoJ0g&feature=g-upl

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